devaneios

Folha em branco

Assim são as coisas: a cada dia que nasce, uma folha em branco para escrevermos nossa história. Ao contrario das página onde se pode escrever e apagar, na vida não conseguimos fazer isso. Meio manjado esse pensamento, inclusive uma letra de musica me deu inspiração para escrever sobre isso.
De novo aquela velha questão: tantas opções e caminhos para seguir. Cada dia novo é uma folha em branco e podemos reescrever nossa história, certo? Bom se fosse como num papel, reescrever tudo de uma vez só e os novos rumos se fazem num intervalo curto de tempo. Na realidade, leva tempo para as grandes transformações. Então, eis que surgem as opções:
Qual caminho melhor a ser seguido? Existem quatro opções: Seguir em linha reta e continuar na segurança do caminha já conhecido – algumas pedras durante o percurso, mas tudo relativamente fácil de ser contornado.
Existe o caminho da direita, onde se deve seguir reto por mais um tempo, e então surgirá a estrada para virar para essa nova direção. A segurança também está presente nessa opção, mas com o risco da entrada a direita não surgir, ou passar desapercebida.
Existe o caminho da esquerda, o mais arriscado e desconhecido de todos, porém pode se mostrar o mais recompensador. Grandes conquistar demandam correr grandes riscos. Apesar de ser o mais recompensador, não é o caminho que satisfaz totalmente.
A quarta opção, um pouco mais complicada, mas também possível: Pegar esquerda, e depois de um curto desvio, ir para a direita. Apesar de ser a mais trabalhosa, ao mesmo tempo se torna a mais tentadora. Aquela que permite a experimentação de todos os caminhos possíveis.
Seguir reto já se sabe como será, para a direita não se conhece – apesar de ser o mais satisfatório, e pela esquerda – o mais recompensador é também o mais arriscado. Tomar a quarta opção, é provar um pouco de cada percurso, mas levando finalmente ao caminho da direita: A abertura para o novo, através da passagem por todas as possibilidades.
Confuso isso não? Se não se entende nada do significado disso que foi escrito, imagina quão confuso se tornou para aquele que escreve. Pois é, a próxima folha em branco desse blog pode relatar as escolhas, ou simplesmente deixar passar batido. Afinal, no papel e no blog tudo se aceita.

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