Síndrome do Pânico

O mal do século

Digam oque disserem, o mal do século é a solidão. É o que diz uma musica de Legião urbana, ainda do século passado, mas ainda muito atual. Venho convivendo com o mal do século desde que me mudei pra Colonha, e engraçado que, agora no periodo transitório, acabei descobrindo que isso é muito frequente por esses lados. Conversando com as pessoas daqui, em busca de um novo local para morar, me deparei com vários tipos que apresentam sintomas muito parecidos com os que me fizeram estourar a minha crise. Alguns tem mais facilidade de lidar com essa situação, outros não, ou procuram disfarçar essas coisas.

Venho lendo um livro muito inspirador durante esse periodo, me faz refletir muito sobre a situação atual – vai merecer uma postagem exclusiva assim que eu terminá-lo. Me fez refletir sobre coisas que talvez não seria muito apropriado me aprofundar demais, mas está me fazendo amadurecer satisfatóriamente.

Hoje em dia, todos buscam a qualquer preço a felicidade através dos outros, sem antes buscar a felicidade em si mesmos. Parece ser uma espécie de inversão – entre individualismo e egoísmo –  coisas diferentes ao meu ver. Dizeres do tipo, você me completa e blá blá blá, nos tornam egoistas em querer que o próximo nos faça feliz onde na verdade, deveria existir o individualismo –  eu mesmo me faço feliz.

Ta certo que a idéia de buscar alguem para encontrar a felicidade é aceita, mas de forma moderada. Uma das passagens desse livro que eu estou lendo, diz que o deprimido não tem capacidade de dar ou receber afeto, concordo. Por outro lado, também fala que para se sair da depressão, é preciso ajuda e amor das pessoas que nos rodeiam – pra mim tudo tem sua parcela de participação. No meu caso, a parcela individualista está pesando em mais de 80% diria eu, onde primeiramente venho buscando me resolver pra depois aceitar a idéia de dar ou receber afeto –  fazer ou deixar que me façam feliz. Já usei essa formula antes, porém agora com mais inteligencia e sensibilidade.

É importante manter os contatos sociais, ainda mais hj em dia que as redes sociais tão em alta, fazendo com que as pessoas se vejam cada vez menos. Estou indo pelo caminho contrário. Estou abandonando as redes sociais, e tentando me aproximar mais de corpo presente das pessoas, e olha que isso tem me feito muito bem.

Minha meta essa ano, é diminuir drasticamente meu tempo desperdiçado na internet, tenho conseguido esse feito com êxito – e num futuro próximo, quanto o periodo transitório tiver acabado, prometo um post com minhas conclusões a respeito desse assunto. Agora pra mim é assim, se faça feliz, coloque sempre a sua familia em primeiro lugar,que o restante acaba se tornando consequência.

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